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Papo de Mercado: Recessão Não.

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Desemprego recua para 11,8%

  • A taxa de desemprego nacional atingiu 11,8% no trimestre concluído em julho, abaixo da nossa projeção e da mediana das expectativas do mercado (ambas 11,9%). De acordo com nosso ajuste sazonal, o desemprego recuou 0,1 p.p. para 11,8% no trimestre concluído em julho, ante o trimestre concluído em junho.
  • A taxa de subutilização alcançou 24,6%, 0,2 p.p. acima do mesmo período do ano anterior. Em termos dessazonalizados, houve um recuo de 0,1 p.p. ante o trimestre conluído em junho, atingindo 24,5%.
  • A massa salarial real cresceu 2,2% na comparação anual e 0,2% na variação trimestral com ajuste sazonal.

PIB cresce 0,4% no 2T19

  • O PIB avançou 0,4% no 2T19 ante o trimestre anterior após ajuste sazonal, acima das expectativas do mercado (+0,2%) e um pouco abaixo da nossa projeção (+0,5%). Na comparação anual, o PIB avançou 1,0%.
  • O principal destaque positivo, na nossa avaliação, foi o setor de construção, que cresceu 1,9% com ajuste sazonal no 2T19, após uma tendência contínua de queda desde 2014.
  • A série trimestral do PIB é volátil, e este 2T19 positivo não representa uma aceleração da economia, em nossa opinião. Além disso, os poucos dados já disponíveis para o 3T19 apontam para nova desaceleração do crescimento trimestral.
  • A queda nas taxas de juros e o crescimento do crédito privado têm contribuído positivamente para a atividade econômica. Por outro lado, a desaceleração da economia global limita uma aceleração mais pronunciada da economia. Projetamos crescimento do PIB de 0,8% este ano e 1,7% ano que vem.

Déficit primário de R$ 2,8 bilhões em julho

  • O setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 2,8 bilhões em julho, melhor que a nossa projeção e o consenso de mercado (em R$ 7,0 bilhões e R$ 4,0 bilhões, respectivamente). O governo central registrou déficit de R$ 6,0 bilhões, pela metodologia do Tesouro Nacional (a partir da diferença entre receitas e despesas), melhor que a nossa expectativa de R$ 6,8 bilhões e de R$ 1,4 bilhões pela metodologia do Banco Central (a partir apenas da variação na dívida líquida do governo central), frente nossa expectativa de R$ 3,8 bilhões. A distorção entre as duas métricas é comum nos dados mês a mês, mas tende a se anular ao final do ano.
  • Governos regionais e estatais registraram déficit de R$ 1,9 bilhao e superávit de R$ 0,6 bilhão, frente nossa expectativa de resultado de déficit de R$ 2,0 bilhões e de resultado balanceado, respectivamente. No acumulado em 12 meses, o déficit primário consolidado permaneceu em 1,4% do PIB.
  • A dívida líquida do setor público cresceu de 55,2% para 55,8% do PIB entre junho e julho, enquanto a dívida bruta do governo geral cresceu de 78,7% para 79,0% do PIB no mesmo período. No acumulado em 12 meses, o déficit nominal, excluindo swaps, ficou estável em 6,6% do PIB. Um cenário fiscal favorável é estritamente dependente da aprovação de reformas, como a da Previdência, que sinalizem o retorno gradual a superávits primários compatíveis com a estabilização estrutural da dívida pública.

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O retorno bruto da carteira R&F Partners acumulou 11,24% (somado as operações do Trade Cash + proventos sobre dividendos) no acumulado de 2018 (fechamento 04/09/2019), comparado ao retorno de 7,75% para o Ibovespa no mesmo período. Isso equivale a dizer que a carteira R&F Partners, concentrada em poucas ações, apresentou retorno +3,49% superior ao seu principal índice de referência.

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