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Papo de Mercado: Inferno Astral.

 

IPCA-15 subiu 0,21% em abril, um pouco abaixo do esperado

O IPCA-15 registrou variação de 0,21% em abril, resultado um pouco abaixo da nossa estimativa (0,24%) e da mediana das expectativas de mercado (0,25%). O índice havia registrado variação de 0,10% no mês anterior e de 0,21% em abril do ano passado.

Projeção preliminar para o IPCA de abril aponta variação de 0,30%

Com isso, a alta acumulada no ano atingiu 1,08%, com a taxa em 12 meses permanecendo estável em 2,80%. As maiores contribuições de alta no mês vieram dos grupos saúde e cuidados pessoais (0,08 p.p.), alimentação e bebidas (0,04 p.p.) e habitação (0,04 p.p.). A nossa projeção preliminar para o IPCA do mês fechado aponta variação de 0,30%, com a taxa em 12 meses subindo para 2,84%, ante 2,68% em maço. A nossa projeção para a inflação no ano segue em 3,5%.

Os preços livres variaram 0,12% em abril, com a taxa em 12 meses recuando para 1,2% (1,4% no mês anterior), enquanto os preços administrados subiram 0,50% no mês, com a taxa em 12 meses avançando para 7,7% (7,2% no mês anterior). No âmbito dos preços livres, a alimentação no domicílio apresentou variação de -0,05%, com a taxa em 12 meses cedendo para -4,4% (-4,0% no mês anterior); os preços industriais variaram 0,16%, com a taxa em 12 meses subindo para 1,5% (1,3% no mês anterior); e os serviços mostraram variação de 0,17%, com a taxa em 12 meses recuando para 3,7% (4,0% no mês anterior). Por sua vez, o indicador subjacente da inflação de serviços – que exclui itens relacionados a turismo, serviços domésticos, cursos e comunicação – apresentou variação mensal de 0,27%, com a taxa em 12 meses recuando para 3,4% (3,5% no mês anterior).

Por grupos de produtos, as maiores contribuições de alta no mês vieram de saúde e cuidados pessoais (0,08 p.p.), alimentação e bebidas (0,04 p.p.) e habitação (0,04 p.p.). No grupo saúde, as maiores contribuições vieram dos planos de saúde (0,04 p.p.) e dos remédios (0,02 p.p.). No grupo habitação, o maior impacto de alta veio da energia elétrica (0,05 p.p.), refletindo, principalmente, reajustes nas concessionárias do Rio de Janeiro. Já no grupo alimentação, as maiores contribuições positivas vieram dos itens frutas, alimentação fora do domicílio, e leite e derivados.

Por outro lado, o grupo comunicação apresentou contribuição levemente negativa (-0,01 p.p.), diante da redução no valor das ligações de telefone fixo para móvel.

 

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