Consultoria de Investimentos

Papo de Mercado: Um Pouquinho de Nada.

Um Pouquinho de Nada

Não, eu não curti o Carnaval. Talvez eu devesse fazer como o Neymar e cair de cabeça em algum camarote em Salvador. Se ganho bem que mal que tem. No entanto, eu penso em vocês (assinantes) a todo instante. Eu não sei onde tudo isso pode nos levar, mas se chegamos até aqui depois de uma década de incertezas eu não me dou ao luxo de abandoná-los, já que nunca fomos abandonados.

Hoje essa pequena casa de consultoria de investimentos (R&F Partners) faz a gestão de mais de 30 milhões de reais. Somos nada na fila do pão do mercado financeiro, mas ainda estamos aqui, e como disse Freud: Não existe acaso!

Estamos aqui ainda pra vocês e por causa de vocês! Vivo em uma busca incessante e tola pela simetria acima da média e tenho total consciência que sou tão competente quanto o meu próximo erro. Talvez eu devesse stopar (parar) agora e encerrar minha carreira com os louros da vitória.

Escrever um livro talvez…com um título extravagante. Não, ainda não! Ainda estão rolando os dados. Eu não sei onde estão os próximos riscos macros, micros, socioeconômicos, ou quais os próximos ciclos. Estou preso na minha própria ignorância acadêmica. A vida real não está no parágrafo 5 do meu TCC, ou na página 203 do “O Investidor Inteligente” (Benjamim Graham). Warren Buffett é um gênio atrás do totem dando palestra.

A vida real é feita de fatos relevantes no after market, Lulas, Dilmas, filhos de Bolsonaro, Previdência desidratada, releases maquiados ou a próxima bolha inelegível por nossos black ties. Estou comprometido, em passar por essa jornada de investimentos ao lado de vocês.

“Quando você pede ovos com bacon, a galinha estava envolvida, mas o porco estava comprometido” (O monge e o executivo).

Somos o porco!

Roberto Ferreira – Estrategista chefe R&F Partners Investment Solutions

PIB Cresce 1,1%

  • O PIB do Brasil cresceu 1,1% no 4T18. O resultado vem em linha com as projeções dos analistas. Com esse resultado, o PIB registrou crescimento de 1,1% em 2018, onde no comparativo de 2017 do mesmo período seu registrou um crescimento de 1,4%.
  • No lado de ofertas da economia, o setor de serviços foi o principal destaque positivo para o avanço do PIB no ano, crescendo 1,3% no período. A indústria e a agropecuária, registraram crescimento de 0,6% e 0,1% respectivamente.
  • Sob a perspectiva da demanda da economia, destaque positivo para o item de investimentos, que avançou 4,1% em 2018, influenciado por alterações no cálculo do indicador. O consumo das famílias e do governo, cresceram 1,9% e se mantiveram estáveis, respectivamente. As exportações de bens e serviços avançaram 4,1% no período, enquanto importações avançaram 8,5%.
  • O crescimento do PIB em 2018 consolida a recuperação da economia e reforça nossa visão de bull Market do mercado de ações brasileiro. Se faz relevante acompanhar a “evolução” da economia brasileira neste primeiro semestre de 2019, em paralelo a evolução da reforma da Previdência e possíveis desidratações durante o percurso.

Superávit comercial de US$ 3,7 bi em fevereiro

  • O superávit comercial em fevereiro foi de US$ 3,7 bilhões, um pouco abaixo das nossas expectativas (US$ 4,1 bi) e acima do consenso de mercado (US$ 3,0 bi). Tanto exportações quanto importações recuaram no mês. Acumulado em doze meses, o superávit comercial permaneceu em US$ 58 bi e a média móvel trimestral dessazonalizada e anualizada recuou de US$ 72 bi em janeiro para US$ 71 bi em fevereiro.

Superávit primário sazonal em janeiro

  • A dívida bruta do governo geral permaneceu estável em 76,7% do PIB entre dezembro e janeiro, enquanto a dívida líquida do setor público avançou de 53,8% para 54,0% do PIB no mesmo período. O déficit nominal recuou de 6,9% para 6,8% do PIB, refletindo menores despesas de juros.  Um cenário fiscal favorável é estritamente dependente da aprovação de reformas, como a da Previdência, que sinalizem o retorno gradual a superávits primários compatíveis com a estabilização estrutural da dívida pública.
  • O setor público consolidado registrou superávit primário de R$ 46,9 bilhões em janeiro, ligeiramente menor que a nossa projeção (R$ 48,8 bilhões) e maior que o consenso de mercado (em R$ 41,1 bilhões). O governo central registrou superávit de R$ 30,2 bilhões, um pouco pior que a nossa expectativa de R$ 31,8 bilhões, enquanto os governos regionais e as estatais registraram superávits de R$ 10,8 bilhões e R$ 0,5 bilhão, próximos ao esperado.
  • . No acumulado em 12 meses, o déficit primário consolidado permaneceu estável em 1,6% do PIB entre dezembro e janeiro. O resultado do mês reforça que o cumprimento da meta de resultado primário do ano de déficit de R$ 132 bilhões exige disciplina, mas não deve constituir grande desafio.

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O retorno bruto da carteira R&F Partners acumulou 1,96% (somado as operações do Trade Cash + proventos sobre dividendos) no acumulado de 2018 (fechamento 06/03/2019), comparado ao retorno de 3,97% para o Ibovespa no mesmo período. Isso equivale a dizer que a carteira R&F Partners, concentrada em poucas ações, apresentou retorno -2,01% superior ao seu principal índice de referência.

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