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Papo de Mercado: Caiu Comprou.

Bancos Financiam Setor Público

Com a forte piora da situação fiscal do país, especialmente a partir de 2014, uma fatia expressiva e crescente da poupança financeira passou a ser drenada para financiar o desequilíbrio das contas públicas.

No fim do ano passado, 72,2% de todos recursos captados pelo sistema bancário financiavam o setor público, na forma de títulos públicos, operações compromissadas ou empréstimos, segundo estudo do Centro de Mercado de Capitais (Cemec) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Esse movimento ocorre “em detrimento do setor privado”.

Nesse cenário, sobra menos de 28% do dinheiro levantado pelas instituições bancárias para serem destinados a empresas e famílias. A evolução de outros indicadores que evidenciam como o setor público abocanha uma fatia significativa da poupança financeira no país. Em 2014, por exemplo, os títulos públicos representavam 37% da carteira dos investidores institucionais (fundos de investimento, fundos de pensão, planos de previdência aberta e seguradoras), a menor fatia desde 2007; em 2017, esse número atingiu 52%. A dívida pública bruta em relação ao PIB subiu de pouco menos de 51% do PIB em 2013 para mais de 73% do PIB no fim de 2017, aponta o estudo.

No mesmo período, o endividamento de empresas e famílias passou de 60% para 56,3% do PIB, tendo atingido 64,5% do PIB em 2015. Com isso, a participação do setor público aumentou entre 2013 e 2017 de 47% para 57% do endividamento total (a soma da dívida pública com a privada). “Esses números mostram a intensidade do chamado ‘crowding out’ do setor privado”, fenômeno pelo qual o setor público toma espaço de empresas e famílias, absorvendo uma grande parcela da poupança da economia.

Lucro Líquido e Lucro Líquido Recorrente

XXXX registra Lucro Líquido Recorrente de R$ 6.280 milhões no quarto trimestre de 2017, resultante da eliminação dos efeitos de eventos não recorrentes no resultado, partindo-se do Lucro Líquido de R$ 5.821 milhões no período. XXXX4 segue firme na nossa carteira.

 

O retorno bruto da carteira R&F Partners acumulou 39.26% (somado as operações do Trade Cash + proventos sobre dividendos) no acumulado de 2018 (fechamento 11/04/2018), comparado ao retorno de 13.00% para o Ibovespa no mesmo período. Isso equivale a dizer que a carteira R&F Partners, concentrada em poucas ações, apresentou retorno % superior ao seu principal índice de referência.

R&F Partners Investment Solutions

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