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Papo de Mercado: Manutenção é Vida.

IPCA registrou deflação de 0,21% em novembro, abaixo do piso das expectativas

O IPCA registrou variação de -0,21% em novembro, abaixo da nossa estimativa (-0,07%) e do piso das expectativas de mercado (-0,17%, com mediana em -0,09%). De acordo com o IBGE, essa foi a menor taxa para um mês de novembro desde a implantação do Plano Real, em 1994.

O maior desvio em relação à nossa estimativa veio no resultado do item higiene pessoal, que caiu bem mais que o esperado (-4,6%, contra estimativa de -1,0%), provavelmente refletindo movimento de liquidações de preços. Com esse resultado, o IPCA passou a acumular alta de 3,59% no ano, com a taxa em 12 meses recuando para 4,05% (ante 4,56% em outubro).

Quatro grupos registraram taxas negativas no mês, com as maiores contribuições de baixa verificadas em transportes (-0,14 p.p.), habitação (-0,11 p.p.) e saúde e cuidados pessoais (-0,09 p.p.).

No sentido contrário, a principal contribuição de alta veio do grupo alimentação e bebidas (0,10 p.p.), seguido pela contribuição de despesas pessoais (0,04 p.p.). A nossa projeção preliminar para o IPCA de dezembro aponta variação de 0,17%, com a inflação fechando o ano em 3,8%, após registrar 2,9% em 2017.

Selic estável em dezembro

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) volta a se reunir na semana que vem. As projeções de inflação do Copom provavelmente recuarão para 2018 em ambos os cenários, de mercado (que inclui câmbio e taxa de juros de acordo com a pesquisa Focus) e referência (que considera câmbio e juros constantes), se comparadas com as divulgadas na última reunião de política monetária, em outubro.

Para 2019, a projeção de inflação provavelmente recuará no cenário de mercado e se manterá estável no cenário de referência. Para 2020, a projeção de inflação deve apresentar leve alta no cenário de mercado e estabilidade no cenário de referência.

Com projeções de inflação mais baixas em 2018 e apresentando relativa estabilidade no ano seguinte, em um contexto em que o nível de capacidade ociosa na economia permanece elevado, acreditamos que o Copom manterá a taxa Selic estável em 6,5% a.a. nesta reunião de dezembro.

Nesse contexto, com dados econômicos observados desde a última reunião surpreendendo para o lado de menor pressão inflacionária e com perspectiva de continuidade do cenário de reformas, em particular, fiscal, acreditamos que os riscos em torno do cenário de inflação voltam a ser mais balanceados.

Dessa forma, julgamos possível que o Copom remova de sua comunicação as menções à assimetria no balanço de riscos para a inflação. Conforme observado nas últimas reuniões, o comitê deve se abster de sinalizações mais diretas a respeito de seus próximos passos, a fim de manter sua flexibilidade em um contexto ainda substancialmente incerto, tanto doméstica quanto internacionalmente.

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