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Papo de Mercado: Vento de Cauda.

Superávit comercial mais forte na margem

O superávit comercial em novembro foi de US$ 4,1 bilhões, ligeiramente abaixo das nossas expectativas (US$ 4,3 bi) e do consenso de mercado (US$ 4,6 bi). Ainda assim, o saldo comercial está forte na margem.

As exportações de manufaturados e as compras de bens de capital foram distorcidas por operações envolvendo plataformas de petróleo no mês passado. Acumulado em doze meses, o superávit comercial avançou de US$ 57 bi para US$ 58 bi e a média móvel trimestral dessazonalizada e anualizada aumentou de US$ 61 bi em outubro para US$ 70 bi em novembro.

Superávit primário de R$ 7,8 bilhões em outubro

  • O setor público consolidado registrou superávit primário de R$ 7,8 bilhões em outubro, virtualmente em linha com a nossa projeção (R$8,5 bilhões) e o consenso de mercado (em R$ 8,1 bilhões).

O governo central registrou superávit de R$ 9,5 bilhões, melhor que a nossa projeção (de R$ 6,3 bilhões), enquanto os governos regionais e as estatais registraram déficit de R$ 3,1 bilhões e superávit de R$ 0,7 bilhão, frente nossa expectativa de superávit de R$ 0,3 bilhão e déficit de R$ 0,3 bilhão, respectivamente.

No acumulado em 12 meses, o déficit primário consolidado recuou de 1,3% em setembro para 1,2% do PIB em outubro. O resultado do mês reforça a perspectiva de um resultado primário melhor do que a meta de déficit fixada para o ano.

  • A dívida líquida do setor público aumentou de 52,1% do PIB em setembro para 53,3% do PIB em outubro, enquanto a dívida bruta do governo geral recuou de 77,2% para 76,5% no mesmo período.

Um cenário fiscal favorável é estritamente dependente da aprovação de reformas, como a da Previdência, que sinalizem o retorno gradual a superávits primários compatíveis com a estabilização estrutural da dívida pública.

Fraqueza ainda reflete aperto nas condições financeiras do 3T18

  • A produção industrial avançou 0,2% na comparação mensal dessazonalizada em outubro. O resultado veio em linha com a nossa projeção (0,2%) e abaixo das expectativas (1,1%). Na comparação anual, a alta foi de 1,1%.
  • O fraco avanço da produção industrial no mês ainda reflete o aperto das condições financeiras no 3T18.
  • A projeção preliminar para a produção industrial em novembro aponta para alta de 0,6% na margem. A melhora das condições financeiras desde outubro, o crescimento da população ocupada e a recuperação das concessões devem acelerar o crescimento da produção industrial à frente.

PIB avança 0,8% no 3T18

  • O PIB apresentou crescimento dessazonalizado de 0,8% no 3T18 ante o trimestre anterior, em linha com as expectativas. Tal resultado foi distorcido pelo efeito direto da paralisação dos caminhoneiros no 2T18.
  • Na comparação anual, o PIB avançou 1,3%, abaixo das expectativas. A surpresa é explicada pelas revisões na série trimestral desde 2016.
  • Projetamos crescimento do PIB de 1,3% em 2018, 2,5% em 2019 e 3,0% em 2020. O cenário considera condições financeiras expansionistas e avanço das reformas.

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