Consultoria de Investimentos

Papo de Mercado: Todos Os Caminhos Levam A Roma.

Fato Irrelevante

Desde os 16 anos eu tinha o sonho de comprar e vender ações. Sim, um sonho. Mal sabia eu que poderia ter começado minha trajetória de player do mercado dois anos antes do fato se materializar (18). Era apenas colocar o F de fracionário na frente! É simples: Quem domina as regras do jogo, está sempre um passo à frente.

Na verdade, naquela época eu não procurava um emprego e sim uma forma de materializar meu sonho. Teimosia é o nome do jogo. Até hoje!

Como já mencionei antes, 2018 foi um ano difícil para os gestores de ativos de risco no Brasil. Passei 10 meses do ano no ciclo do burro. Estou em apenas surfando um mês de gênio, até meu próximo erro. Enxergar ciclo é o mesmo que prever o fim do mundo, depois do mundo ter acabado.

Comecei minha vida profissional abrindo e fechando o financeiro da Universidade Sumaré. Negociava contratos futuros, sem saber exatamente o que são contratos futuros. Futuro é futuro, ué!

32 Milhões de Reais

Hoje está pequena casa de consultoria de investimentos (R&F Partners) que vos fala, faz a gestão de 32 milhões de reais, fato este quantitativamente irrelevante. A Dynamo, gestora de recursos tupiniquim, faz a gestão de 29 bilhões de reais, fato este quantitativamente irrelevante.

A BlackRock faz a gestão de 201 bilhões de dólares, algo em torno de 749 bilhões de reais. Então quem somos nós na fila do pão?  Se com o dinheiro de vocês nós quisemos ir ao mercado futebolístico comprar o Emerson Sheik teríamos que fazer malabares no farol.

Tudo isso pra falar que pessoa física não faz fluxo em mercado, mesmo que este (Brasil) seja um mercado emergente e com pouca liquidez.

O gringo chega tateando. Primeiro dá um callzinho de 1 bi em ITUB, depois 10 bizinhos em BBAS, aí sim se posiciona em PETR com 30bi. Pra eles é o dinheiro do whisky, não da cerveja. E você aí achando que tem controle de alguma coisa, ou que este que vos fala tem. Noap!

Sabiam que para um analista dar um call em Ambev, tem que entender de lúpulo de cerveja, fermentação, tempo de maturação? Se for Gol ou Azul, leasing de aeronave, dólar, taxa de ocupação, petróleo? Nem tudo está numa planilha de Excel. Qual a próxima crise, a próxima bolha? A resposta é simples: Não sei! Eu não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem.

O fundamental é aproveitarmos o ciclo em vigência e surfarmos as ondas gigantes, nem que seja de colete salva vidas.

No fim todos os caminhos levam a Roma.

Superávit comercial mais forte na margem em outubro

O superávit comercial em outubro alcançou US$ 6,1 bilhões, próximo das nossas expectativas (US$ 6,3 bi) e abaixo do consenso de mercado (US$ 6,7 bi). O resultado mensal foi positivamente influenciado pelo forte aumento nas exportações de petróleo bruto e de soja. Acumulado em doze meses, o superávit comercial avançou de US$ 56 bi para US$ 57 bi e a média móvel trimestral dessazonalizada e anualizada avançou de US$ 51bi em setembro para US$ 61 bi.

Copom Mantém Taxa Básica Inalterada

O Copom tomou a decisão esperada de manter a taxa básica inalterada em 6,5% a.a., por unanimidade. O comunicado traz poucas – mas relevantes – mudanças em comparação com a edição anterior. Em particular, embora tenham mantido a mensagem de que o estímulo monetário pode ser retirado gradualmente no caso de perspectivas piores para a inflação e/ou do balanço de riscos em torno dela, os membros do Copom admitem que os riscos se tornaram menos assimétricos – ou seja, menos dominados por riscos de alta da inflação.

As autoridades apresentaram projeções, no cenário de referência, com taxa Selic constante em 6,5% a.a. e taxa de câmbio de 3,70, que são totalmente compatíveis com a trajetória almejada para a inflação: 4,4% para 2018 (em relacão a uma meta de 4,5%); 4,2% para 2019 (vs. meta de 4,25%) e 4,1% para 2020 (vs. meta de 4,0%).

Nessas circunstâncias, não há razão aparente para elevação da taxa básica no curto prazo, que deve terminar o ano no atual patamar de 6,5% a.a. Saberemos mais detalhes sobre o racional do Copom com a divulgação da ata da reunião, na terça-feira.
Detalhes

No comunicado, o comitê avaliou que os indicadores recentes de atividade econômica continuam evidenciando recuperação da economia brasileira, em ritmo mais gradual do que o vislumbrado no início do ano.

Na avaliação do Copom, o cenário externo permanece desafiador, com apetite ao risco em relação a economias emergentes menor do que o vigente no início do ano. Os principais riscos continuam sendo os associados à normalização das taxas de juros nas economias avançadas e às incertezas sobre o comércio global.

O comitê avalia que medidas de inflação subjacente estão em níveis apropriados, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária.

As expectativas de inflação apuradas pela pesquisa Focus encontram-se em torno de 4,4% para 2018 e 4,2% para 2019. As expectativas para 2020 e 2021 permaneceram em torno de 4,0% e 3,9%, respectivamente. No que diz respeito às projeções do próprio Copom, no cenário com juros constantes a 6,50% a.a. e taxa de câmbio constante a R$/US$ 3,70 (valor médio arredondado dos cinco dias úteis até a sexta-feira anterior à reunião), as projeções permaneceram em 4,4% para 2018 e recuaram para 4,2% em 2019 (de 4,5%).

No cenário com trajetórias para as taxas de juros e câmbio extraídas da pesquisa Focus, as projeções do Copom situam-se em torno de 4,4% para 2018 e 4,2% para 2019. Esse cenário supõe trajetória de juros que encerra 2018 em 6,50% a.a. e 2019 em 8,0% a.a. e de taxa de câmbio que termina 2018 em R$/US$ 3,71 e 2019 em R$/US$ 3,80. O Copom incluiu nesse comunicado suas projeções para 2020. Elas se situam em 4,1% no cenário de referência e 3,7% no cenário do mercado (contra 4,0% e 3,6%, respectivamente, no relatório de inflação de setembro).

O Copom enfatiza que em seu cenário central permanecem fatores de risco tanto para cima quanto para baixo. Sobre os riscos de baixa, o nível de ociosidade elevado pode produzir trajetória prospectiva abaixo do esperado.

Por outro lado, uma frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes necessários na economia brasileira pode afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação no horizonte relevante para a política monetária.

Esse risco se intensifica no caso de deterioração do cenário externo para economias emergentes. O Comitê julgou que esses últimos riscos tem maior peso. No entanto, julgou também que o grau de assimetria do balanço de riscos diminuiu desde sua reunião anterior.

O Copom reiterou que a conjuntura econômica prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural. Além disso, manteve a indicação de que esse estímulo pode começar a ser removido gradualmente, caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte relevante para a política monetária e/ou seu balanço de riscos apresentem piora. O Copom repetiu que a continuidade do processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira é essencial para a manutenção da inflação baixa no médio e longo prazos.

Dessa forma, o Copom tomou a decisão esperada de manter a taxa básica inalterada em 6,5% a.a., por unanimidade. O comunicado traz poucas – mas relevantes – mudanças em comparação com a edição anterior.

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O retorno bruto da carteira R&F Partners acumulou 129,83% (somado as operações do Trade Cash + proventos sobre dividendos) no acumulado de 2018 (fechamento 10/10/2018), comparado ao retorno de 7,66% para o Ibovespa no mesmo período. Isso equivale a dizer que a carteira R&F Partners, concentrada em poucas ações, apresentou retorno 122,17 % superior ao seu principal índice de referência.

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