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Papo de Mercado: Resultado Fraco.

Resultado Fraco no IPCA-15 do Mês de Setembro

O IPCA-15 registrou variação de 0,09% em setembro, abaixo da nossa estimativa
(0,16%) e da mediana das expectativas de mercado (0,18%). O IPCA-15 havia registrado
variação de 0,13% no mês anterior e 0,11% em setembro do ano passado.
Com isso, a variação acumulada no ano atingiu 3,23%, com a taxa em 12 meses cedendo
para 4,28% (ante 4,30% no mês anterior).

As maiores contribuições de alta no mês vieram dos grupos habitação (0,05 p.p.),
despesas pessoais (0,05 p.p.) e transportes (0,04 p.p.). Por outro lado, o grupo
alimentação e bebidas registrou contribuição negativa (-0,10 p.p.).
A nossa projeção preliminar para o IPCA do mês fechado aponta alta de 0,46%, com
destaque para a pressão nos preços dos combustíveis. Com isso, a taxa em 12 meses do
IPCA subirá para 4,51%, ante 4,19% em agosto.

Com isso, o acumulado de 12 meses do indicador reduziu de 4,30 por cento (referente
ao mês de agosto) para 4,28 por cento.

Análise

Ao analisarmos as principais medidas do indicador notamos que praticamente todos os
seus núcleos (que desconsideram os itens mais voláteis) recuaram frente ao resultado
anterior. O mesmo ocorreu com as medidas mais sensíveis ao ciclo econômico, ao
desconsiderarmos os efeitos sazonais.

De uma forma geral, os resultados do IPCA-15 de setembro – que obteve a menor taxa
para o mês desde 2006 – apenas reflete a trajetória ainda confortável da inflação.
Contudo, no momento, a inflação benigna vem perdendo o foco das atenções para um
outro fator de risco para a determinação dos juros básicos de nossa economia: a eleição
presidencial.

Evidência disso foi o próprio comunicado do Copom, divulgado na quarta-feira (19),
após a sua decisão em manter a Selic em 6,5 por cento ao ano.
Nas “entre-linhas” do comunicado, o comitê deixou a porta aberta para “ajustes na
política monetária” (leia-se, uma eventual elevação da taxa Selic) a depender de como o
mercado reagir à escolha de nosso próximo presidente.

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