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Papo de Mercado: Lado é Lado e Vice-Versa.

Selic estável em meio a incertezas fiscais

  • O Copom volta a se reunir nos dias 15 e 16 de setembro. Acreditamos que as projeções de inflação do comitê para 2020 devem aumentar de 1,9% para 2,1% tanto no cenário híbrido 1 (que inclui taxa de câmbio constante e taxa de juros de acordo com a pesquisa Focus) quanto no cenário de referência (com taxa de câmbio e de juros constantes).
  • Para 2021, as projeções devem mostrar aumento de 3,0% para 3,1% tanto no cenário híbrido 1 quanto no cenário de referência. Para 2022, as estimativas devem ir de 3,4% para 3,5% no cenário híbrido 1 e de 3,7% para 3,8% no cenário de referência.

    • Esperamos que o Copom mantenha a taxa Selic no seu nível mínimo histórico (de 2,00% a.a.) em sua reunião. A ata da última reunião reforçou, a nosso ver, essa percepção. Ainda que as expectativas estejam bem ancoradas e o Copom enxergue inflação abaixo da meta no horizonte relevante para a política monetária, a assimetria no balanço de riscos no que tange à trajetória fiscal e a preocupação com questões de natureza prudencial e riscos para estabilidade financeira com a queda das taxas de juros para níveis historicamente baixos justificam esta estabilidade das taxas de juros.

    • A taxa básica de juros deve ser mantida em patamar extraordinariamente estimulativo por um algum tempo, como indica a prescrição futura feita pelo comitê. Expectativas bem ancoradas e o elevado grau de ociosidade da economia corroboram para o cenário de taxa Selic baixa por tempo prolongado, mesmo com certo risco advindo da trajetória fiscal.

  • Para 2021, no entanto, a pressão sobre preços internacionais de commodities, em ambiente de retomada econômica, e com o real relativamente depreciado, pode gerar pressões altistas. Para ambos os anos, entendemos que as perspectivas para a política monetária seguirão sensivelmente condicionadas à trajetória fiscal esperada.

Vendas no varejo restrito superam patamar pré-crise

  • As vendas no varejo ampliado cresceram 7,2% em relação ao mês anterior em julho (com ajuste sazonal), mais forte do que as expectativas do mercado (+5,5%) e nossa projeção (+5,8%).

    • O índice restrito, que excluí veículos e materiais de construção, superou o nível pré-crise.

    • Os dados das vendas no varejo de julho reforçam nossa expectativa de uma forte recuperação do PIB no terceiro trimestre.

O retorno bruto da carteira R&F Partners acumulou +14,66% (somado as operações do Trade Cash + proventos sobre dividendos) no acumulado de 2020 (fechamento 16/09/2020), comparado ao retorno de -13,85% para o Ibovespa no mesmo período. Isso equivale a dizer que a carteira R&F Partners, concentrada em poucas ações, apresentou retorno +28,51% superior ao seu principal índice de referência.

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