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Papo de Mercado: Resiliência é o Nome Do Jogo.

 XXXX 2T20

  • Vendas Líquidas, parte XXXX, totalizam R$ 48 milhões no 2T20, que representam uma VSO Líquida de 14%. Geração de Caixa Total Ajustada soma R$ 9 milhões no trimestre. Disponibilidade de Caixa e Aplicações Financeiras crescem 10% no 2T20, para R$ 287 milhões, que se compara a R$ 58 milhões em Dívidas Vincendas nos próximos 12 meses, posição privilegiada para capturar as eventuais oportunidades do período. Terrenos opcionados nos meses de junho e julho totalizam um VGV potencial, parte XXXX, de R$ 957 milhões.
  • A Companhia não realizou Lançamentos no 2T20. No 1S20 os lançamentos somam VGV de R$ 34 milhões, sendo R$ 7 milhões a parte XXXX. Para o 3T20 está programado o lançamento do primeiro projeto adquirido após o follow-on, no bairro da Mooca, na cidade de São Paulo, com VGV potencial de R$ 108 milhões, parte XXXX.
  • As Vendas Brutas, parcela XXXX, somaram R$ 51 milhões no trimestre, diminuição de 58% em relação ao 2T19 e queda de 35% em relação ao 1T20, resultado do menor volume de estoque e de lançamentos no período. Ao longo do primeiro semestre, as Vendas Contratadas Brutas, totalizaram R$ 131 milhões, uma redução de 43% em relação ao 1S19. A velocidade de vendas brutas, medida pelo indicador Venda Sobre Oferta (“VSO”) Bruta, atingiu 15 % no 2T20, velocidade considerável dadas as restrições de circulação impostas pela pandemia e que 98% das vendas contratadas no período foram de unidades concluídas.
  • Os Distratos no período somaram R$ 4 milhões, redução de 82% em relação ao 2T19 e redução de 62% em relação ao 1T20, resultado, em boa parte, [i] da entrada em vigor, em 2019, da Lei dos Distratos (Lei n° 13.786/2018); e [ii] da melhoria das condições de oferta de crédito imobiliário, reflexo da queda da taxa de juros. No acumulado, os Distratos somaram R$ 13 milhões, uma redução de 60% em relação ao 1S19.
  • Como resultado, as Vendas Líquidas, parte TECNISA e líquidas de distratos, totalizaram R$ 48 milhões no trimestre, que representa uma VSO líquida de 14 % no 2T20. No acumulado do ano, as vendas totalizaram R$ 118 milhões, parte XXXX, diminuição de 41% em comparação ao período anterior. Ao longo do 2T20 a XXXX expandiu uma área, no bairro do Brooklin, na cidade de São Paulo, adicionando R$ 42 milhões a Carteira de Terrenos, encerrando o período com um VGV potencial, parte XXXX, de R$ 4.242 milhões. Cabe ressaltar que, entre os meses de junho e julho, a Companhia opcionou a compra de 8 terrenos na cidade de São Paulo, os quais, juntos, possuem um VGV potencial de R$ 957 milhões, que não estão incluídos na Carteira de Terrenos.
  • As opções têm prazo de exercício de até 180 dias e contam com cláusula de saída imotivada em favor da XXXX. A Administração segue monitorando os impactos da pandemia de COVID-19 na economia para definir a respeito da efetivação da aquisição dessas áreas.
  • A Receita Operacional Líquida no 2T20 foi de R$ 34 milhões, redução de 29% em relação ao 2T19 e redução de 23% em relação ao 1T20, resultado, principalmente, do menor volume de vendas contratadas no período de unidades de empreendimentos consolidados integralmente.
  • A Companhia manteve o controle sobre as Despesas Gerais e Administrativas, que fecharam o 2T20 em R$ 16 milhões, redução de 6% em relação a 2T19 e crescimento de 1% em relação ao 1T20. Ressalta-se que o número inclui a contabilização de uma provisão de aproximadamente R$ 2 milhões referente ao Plano de Incentivo de Longo Prazo (ILP), programa que visa a retenção de talentos da Companhia. Desconsiderando esta provisão, houve redução nominal de 7% em relação a 2T19 e aumento nominal de 1% em relação ao 1T20 nas despesas administrativas, o que evidencia o compromisso da administração com a eficiência operacional e com a austeridade nos gastos.
  • No acumulado do ano, as Despesas Gerais e Administrativas, excluídos efeitos de ILP, totalizaram R$ 32 milhões, crescimento de 1% em relação a 2019. No 2T20 a XXXX apresentou um Resultado Financeiro Líquido de -R$ 0,2 milhões, melhora de 99% em relação aos -R$ 16 milhões registrados no 2T19 e melhora de 97% em relação aos -R$ 6 milhões do 1T20.
  • A melhora do Resultado Financeiro Líquido está atrelada, [i] à diminuição na Despesa Financeira, associada ao processo de desalavancagem da Companhia e à redução do custo médio das dívidas; e [ii] ao aumento da Receita Financeira, associada ao crescimento da Carteira de Recebíveis de Obras Concluídas. A XXXX encerrou o 2T20 com prejuízo de R$ 40 milhões, que se compara a uma perda de R$ 144 milhões no 2T19 e um prejuízo de R$ 58 milhões no 1T20.
  • O desempenho do período ainda está impactado pelo baixo volume de lançamentos, que prejudica a diluição de custos fixos; bem como pela existência de gastos extraordinários, como o reforço nas provisões para riscos e obrigações legais, no valor de R$ 10 milhões. No ano, o resultado foi de prejuízo de R$ 99 milhões, redução de 32% em relação a 2019. A Companhia encerrou trimestre com uma posição consolidada de caixa (Disponibilidades de Caixa e Aplicações Financeiras) de R$ 287 milhões, que se compara à Dívidas Vincendas no curto prazo de R$ 58 milhões.
  • O crescimento das Disponibilidades de Caixa e Aplicações Financeiras está associado à liquidação, o mês de junho, da 7ª Emissão de Debêntures, no montante de R$ 74 milhões, com prazo de 5 anos. O financiamento direto aos clientes (com taxas de 8% a.a. a 12% a.a., acrescidos de IPCA e garantia do próprio imóvel), com a manutenção dos recebíveis na carteira, fez com que, ao final do 2T20, a Carteira de Recebíveis de Obras Concluídas totalizasse R$ 149 milhões, sendo R$ 135 milhões em financiamento direto aos clientes (tabela direta, ou “Recebíveis Performados”), crescimento de 11% em relação ao 1T20.
  • A Geração de Caixa do período, medida pela variação da dívida líquida, totalizou um consumo de caixa de R$ 4 milhões no 2T20. Caso seja considerada [i] a redução de R$ 4 milhões do caixa líquido dos projetos consolidados por equivalência patrimonial; [ii] o desembolso de R$ 5 milhões com a compra de terrenos; bem como [iii] o crescimento de R$ 13 milhões na carteira de recebíveis performados, dado a retomada da oferta financiamento direto aos clientes; a Geração de Caixa Total Ajustada resultaria em R$ 9 milhões. A estrutura de capital da Companhia a deixa bem posicionada para capturar a recuperação do setor imobiliário de média e alta renda.
  • Além disso, é importante destacar que os estoques de unidades concluídas, de recebíveis e de terrenos constituem fontes adicionais de recursos, reforçando a solidez financeira da Companhia. Em maio de 2020, ocorreu a efetivação do grupamento da totalidade de ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, de emissão da Companhia, aprovado em Assembleia Geral Extraordinária (“AGE”), na proporção de 10 (dez) ações para formar 1 (uma) ação, sem modificação do valor do capital social, nos termos do art. 12 da Lei das S.A.. Em junho de 2020, Standard & Poor’s Ratings Services reafirmou o rating corporativo da Companhia, atribuído na Escala Nacional Brasil em ‘brAA-’. O setor aponta resiliência e XXXX3 segue na carteira da casa.

O retorno bruto da carteira R&F Partners acumulou +15,06% (somado as operações do Trade Cash + proventos sobre dividendos) no acumulado de 2019 (fechamento 26/08/2020), comparado ao retorno de -11,57% para o Ibovespa no mesmo período. Isso equivale a dizer que a carteira R&F Partners, concentrada em poucas ações, apresentou retorno +26,63% superior ao seu principal índice de referência.

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