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Papo de Mercado: Sobe No Boato, Cai No Fato.

Verde

  • Em uma carta publicada nesta manhã aos cotistas, a Verde Asset comentou os efeitos da crise do coronavírus sobre seus fundos, ressaltando que, embora tenha cometido o erro de começar a comprar muito cedo, a correção vista nos mercados parece já refletir o impacto das incertezas sobre os preços dos ativos.
  • Segundo a gestora de Luis Stuhlberger, os fundos estão tendo perdas concentradas no mercado acionário, dada a magnitude das quedas tanto no Brasil quanto exterior. Em menor medida, diz a Verde, a alocação em renda fixa também está sendo impactada pela abertura das taxas de juro real ao longo da curva, ou seja, o aumento dos prêmios pagos e a consequente redução dos preços.
  • “A incerteza econômica trazida pelos seguidos lockdowns mundo afora faz com que o horizonte de investimentos de todos seja reduzido ao máximo. Já vimos isso em 2008 e outras crises. Esta é a oportunidade. Obviamente teremos impactos econômicos sérios. Mas, para nós, a correção dos mercados mais do que reflete tais impactos.
  • Vemos uma combinação de social distancing, tratamentos para o Covid-19 (seja antivirais, anti-inflamatórios, e eventualmente vacinas), com as medidas fiscais e monetárias já anunciadas, como uma ponte capaz de atravessar o período de volatilidade atual. A China e a Coreia do Sul mostraram o caminho.”
  • A gestora disse que o fundo Verde tem quase metade da alocação atual em ações, no maior nível desde 2010. Do montante, mais de 50% está em Bolsa americana.

Maior alocação nos EUA continua

  • Mesmo admitindo ter se antecipado, a Verde destacou que os fundos multimercados têm sistematicamente, mas com parcimônia, aumentado a exposição ao mercado acionário americano. “Vemos ali a melhor combinação de poder de fogo fiscal e monetário com lucratividade das empresas. Também mantemos exposição a ações no Brasil e na curva de juros real, focado entre a parte intermediária e longa.”
  • Em sua última carta mensal, publicada no início deste mês, a Verde disse que estava adotando uma estratégia de aumentar gradualmente as posições de seu renomado fundo em ações, focando no mercado americano, tido como o mais resiliente e com potencial para se recuperar antes de outros.
  • “Essa visão em grande medida continua válida, mas, analisando nosso processo decisório recente, cometemos um erro importante: começamos a comprar muito cedo”, afirmou a Verde, na carta divulgada hoje.
  • A gestora admite ter subestimado alguns elementos no cenário. Entre eles, diz ter atribuído peso relevante ao binômio temperatura/umidade, com base no número de casos baixíssimo de lugares como Tailândia, Cingapura e Indonésia. “Com isso acreditávamos que por volta de maio o número de casos ia retrair de maneira importante, e portanto, os mercados iam conseguir atravessar o período mais agudo de março-abril sem grande pânico.”

O retorno bruto da carteira R&F Partners acumulou -27,41% (somado as operações do Trade Cash + proventos sobre dividendos) no acumulado de 2019 (fechamento 25/03/2020), comparado ao retorno de -38,12% para o Ibovespa no mesmo período. Isso equivale a dizer que a carteira R&F Partners, concentrada em poucas ações, apresentou retorno +10,71% superior ao seu principal índice de referência.

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