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Papo de Mercado: Eu Errei, Segura a Champa.

Cockpit do Copom: Selic rumo a 4,5% a.a.

  • O Comitê de Política Monetária do Banco Central volta a se reunir na semana que vem, nos dias 10 e 11 de dezembro. Acreditamos que as projeções de inflação do Copom no cenário de mercado (que inclui câmbio e taxa de juros de acordo com a pesquisa Focus) devem aumentar para 3,8% em 2019, 3,7% em 2020 e 3,6% em 2021, ante 3,4%, 3,6% e 3,5% na reunião de outubro, respectivamente.
  • No cenário híbrido 1 (que considera câmbio constante e taxa de juros de acordo com a Focus), as estimativas devem aumentar para 3,8% em 2019 (de 3,4%), para 3,9% em 2020 (ante 3,7%) e para 3,7% em 2021 (de 3,6%).
  • Nesse contexto, esperamos que o Copom reduza a taxa Selic em 0,50 p.p., para 4,50% a.a. Não vemos risco de inflação excessiva no horizonte relevante para a política monetária, mesmo considerando um cenário de continuação do processo de retomada da atividade econômica, os choques de preços recentes e o câmbio em patamar mais depreciado.
  • Dado este quadro e considerando a queda da taxa de juros real neutra, vemos espaço para o estímulo monetário adicional. Dessa forma, esperamos juros ainda mais baixos à frente, com taxa Selic a 4,5% ao final de 2019 e 4,0% em 2020.
  • No entanto, entendemos que, neste momento em que o final do ciclo de cortes de juros se aproxima, a mensagem advinda das projeções de inflação do Banco Central será particularmente relevante para avaliar o grau de estímulo monetário adicional que o comitê espera fazer à frente. As autoridades monetárias devem sinalizar, em seu comunicado, que contemplam ajustes adicionais na taxa básica de juros, mas sem se comprometer com os mesmos e ressaltando que as próximas decisões serão dependentes da evolução dos dados.

IPCA de novembro sobe 0,51% puxado por carne bovina

  • O IPCA de novembro registrou alta de 0,51%. O dado veio acima da nossa projeção e da mediana das expectativas do mercado, ambas em 0,47%. Destaque para a alta de 1,01% em alimentação no domicílio (-0,03% em outubro) puxada por carne bovina (+8,5%, acima da nossa projeção de +6,7%).
  • As medidas de núcleo de inflação seguem em patamares confortáveis. O núcleo de serviços subjacente registrou alta de 0,13% (em linha com a nossa projeção). Com isso seu acumulado em 12 meses caiu para 3,3% (de 3,6% em outubro).
  • Nós projetamos alta de 0,74% no IPCA de dezembro e 0,32% em janeiro. A leitura de dezembro ainda será pressionada pelos reajustes de loterias e choque no preço da carne bovina. As medidas de núcleo de inflação, por outro lado, devem seguir rodando em patamares confortáveis e sem sinais de aceleração.

 

  • Contribuem neste sentido tanto o hiato quanto a própria inflação, seja ela na forma de inércia ou de expectativas ancoradas. Esperamos alta próxima de 3,9% no IPCA deste ano, abaixo da meta de inflação (4,25%).

O retorno bruto da carteira R&F Partners acumulou +24,79% (somado as operações do Trade Cash + proventos sobre dividendos) no acumulado de 2019 (fechamento 11/12/2019), comparado ao retorno de 21,31% para o Ibovespa no mesmo período. Isso equivale a dizer que a carteira R&F Partners, concentrada em poucas ações, apresentou retorno +3,48% superior ao seu principal índice de referência.

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