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Papo de Mercado: Cai no Boato, Sobe no Fato.

Nosso cenário base é de que a taxa Selic permanecerá estável em 6,5% até o
final do ano

Na ata divulgada hoje, o Copom sinaliza que seria adequado manter a taxa Selic estável
em 6,5% nas próximas reuniões, dado o atual balanço de riscos e as projeções de inflação
em níveis que a autoridade monetária considera confortáveis.

Além disso, o Copom observou que a intensidade do repasse da recente depreciação
depende de vários fatores, como o nível de ociosidade na economia e da ancoragem das
expectativas de inflação. Portanto, deve pesar para as próximas decisões o
comportamento das diferentes medidas de repasse cambial, que permitirá avaliar a
intensidade do impacto de oscilações cambiais sobre os níveis de preços e a necessidade
– ou não – de ações de política monetária que visem combater seus efeitos secundários.
Nosso cenário base é de que a taxa Selic permanecerá estável em 6,5% até o final do ano,
mas a postura da política monetária continuará dependente da dinâmica da taxa de
câmbio e, em especial, de seu impacto nos dados de inflação e expectativas de inflação,
particularmente para 2019.

Atualização da conjuntura e cenário-base

De acordo com o Copom, os últimos indicadores mostram arrefecimento, num contexto
de recuperação consistente, mas gradual, da atividade econômica. A economia segue
operando com alto nível de ociosidade dos fatores de produção, refletido nos baixos
índices de utilização da capacidade da indústria e, principalmente, na taxa de
desemprego.

O cenário externo passou a ser considerado desafiador, dado que a evolução dos riscos
associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas produziu
ajustes nos mercados financeiros e gerou volatilidade. Com isso, houve redução do
apetite ao risco em relação a economias emergentes.

O Copom avalia que o comportamento da inflação permanece favorável, com diversas
medidas subjacentes em níveis ainda baixos, inclusive os componentes mais sensíveis ao
ciclo econômico e à política monetária.

Riscos

O Copom continua enxergando riscos de baixa e de alta para o cenário-base de inflação.
O principal risco de baixa segue sendo a possível propagação, através de mecanismos
inerciais, dos níveis de inflação atualmente baixos. Já os riscos de alta ainda incluem a
possível frustração das expectativas em torno dos ajustes e reformas necessários, que
pode afetar os prêmios de risco e a inflação dentro do horizonte relevante de política
monetária. Este risco seria intensificado em caso de continuidade da reversão do cenário
global para economias emergentes, que não mais é descrito como favorável.

De fato, o Copom afirma que este último risco se intensificou desde a última reunião.

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