Análise Técnica e Fibonacci

Tempos atrás, um amigo comentou que estava olhando alguns gráficos se utilizando da análise técnica para precificar um ativo e ouviu o seguinte comentário de um curioso que estava passando perto: Isso que você está usando é Fibonacci? E ele respondeu: Sim, você conhece essa ferramenta? E o curioso respondeu: Conheço e saiba que isso não serve para absolutamente nada. Então, explicarei um pouco mais para vocês leitores que Fibonacci serve para muita coisa e ajuda a projetar preços de muitos ativos.

A teoria de Fibonacci foi desenvolvida por Leonardo Fibonacci, um notório matemático do século XI que teve como principal ponto de sua pesquisa a Razão de Ouro, Proporção Áurea ou a letra grega   (PHI) como é mais conhecida, que é representada pelo número 1,618 (161.8%) . Os arcos de Fibonacci, por exemplo, foram utilizados para fazer o famoso quadro da Mona Lisa de Eduardo da Vinci, encontramos a Proporção áurea nas pétalas de rosa, em nosso corpo humano e em inúmeros outros lugares. No mercado de ações, não seria difícil colocar em prática essa tal Razão de Ouro, pois utilizando-se dela junto com a análise técnica conseguimos descobrir pontos relevantes que são invisíveis à primeira vista. Podemos utilizar a Razão de Ouro para projetar cenários de expansão positivos e negativos para as ações e também projetamos cenários de retrações dentro dos gráficos.

Quando um analista técnico consegue dominar a ferramenta de Fibonacci, ele possui uma arma muito poderosa para maximizar seus lucros, pois a maioria dos investidores acham que Fibonacci não serve para nada ou quase todos os investidores que se utilizam dessa ferramenta não sabem manejar com maestria e isto pode significar grandes prejuízos futuros em suas carteiras.

Roberto Ferreira/Victor Peixoto – R&F Partners Investment Solutions

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